Colunas e disjunções prismáticas em lavas basálticas

As disjunções colunares são fraturamentos prismáticos que ocorrem em basaltos ou em outros tipos de rochas ígneas e são resultados do processo de resfriamento do magma.

Devido à diferença de temperatura entre a lava e a rocha encaixante (ou ar), ocorre um resfriamento acelerado, de fora para dentro do derrame. Esse resfriamento é responsável pela cristalização e contração do basalto, que resulta nas diaclases frequentemente hexagonais, que podem também apresentar padrões irregulares ou poligonais com menos ou mais lados. A presença de basaltos colunares serve também para descobrir para qual direção a lava fluía, uma vez que se formam perpendicularmente à esta direção. Na figura, um dique de basalto colunar formado em torno de um lago de lava. A inclinação quase horizontal das colunas indica que o fluxo era vertical, de baixo pra cima, e desta forma este dique provavelmente representa o conduto que ligava a câmara magmatica profunda ao lago de lava na superfície. No posto tem exemplos dessas estruturas no Triângulo Mineiro (foto 1, 2, 3, 7 e 8) e no Arquipélago Fernando de Noronha (fotos 4, 5, 6 e 9)

Confira mais sobre os basaltos no Triângulo Mineiro em Pacheco et al. (2018) – Basaltic ring structures of the Serra Geral Formation at the southern Triângulo Mineiro, Água Vermelha region, Brazil (https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0377027317303839)

Prismatic columns and disjunctions in basaltic lavas

Columnar disjunctions are prismatic fractures that occur in basalt (photo) and in other types of igneous rocks and are the result of the magma cooling process.

Due to the temperature difference between the lava and the embedding rock (or air), there is an accelerated cooling, from outside to inside the spill. This cooling is responsible for the crystallization and contraction of basalt, which results in diaclases that are often hexagonal, which can also present irregular or polygonal patterns with fewer or more sides. The presence of columnar basalts also serves to find out which direction the lava flowed, since they are formed perpendicular to this direction. In the figure, a columnar basalt dike formed around a lava lake. The almost horizontal slope of the columns indicates that the flow was vertical, from the bottom up, and thus this dike probably represents the conduit that connected the deep magmatic chamber to the lava lake on the surface. The photos in the post are Brazilian examples of this structures in Triângulo Mineiro – MG (photos 1, 2, 3, 7 and 8) and Fernando de Noronha Archipelago (photos 4, 5, 6 and 9).

Check out more about this rocks from Triângulo Mineiro in Pacheco et al. (2018) – https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0377027317303839 – Basaltic ring structures of the Serra Geral Formation at the southern Triângulo Mineiro, Água Vermelha region, Brazil.

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