MAGMATIC BARCODES HELP TO RECONSTRUCT ANCIENT SUPERCONTINENTS! / CÓDIGO DE BARRAS MAGMÁTICO AJUDA A RECONSTRUIR ANTIGOS SUPERCONTINENTES!

In this new article, the results of a study of high spatial precision dating using ionic microprobe of dykes of the southern São Francisco craton are presented.


Mafic dykes are very important as they are excellent temporal and spatial markers of magmatic, tectonic and basin opening events. They usually form swarms of defined orientation that extend for several kilometers in the Earth’s crust, and when they crystallize they record information about the Earth’s magnetic field at the moment they were placed, and thus are essential in paleomagnetic and paleocontinent reconstruction studies.


By studying the various swarms of each fragment of the ancient crust or cratons, we can build a “barcode” for this piece of crust and compare it with that of other pieces around the world. If the bar codes are similar, then it is possible that these fragments have been together in the past.

The data collected suggests an increasingly well-defined link between the São Francisco craton of Minas Gerais and Bahia, Brazil, and the northern China craton between 2.55 billion and 900 million years ago, suggesting that Minas walked closely with China until they separated in this time. These two “lovers” may also have been part of greater supercontinents such as Columbia and Rodinia.

(Versão em português)

Neste novo artigo, os resultados de um estudo de datação de alta precisão espacial usando microssonda iônica de diques do sul do cráton São Francisco são apresentados.

Diques máficos são muito importantes pois são excelentes marcadores temporais e espaciais de eventos magmáticos, tectônicos e de abertura de bacias. Eles formam normalmente enxames de orientação definida que se estendem por vários kms na crosta terrestre, e quando cristalizam guardam consigo informações sobre o campo magnético da Terra no momento em que se colocaram, e desta forma são essenciais em estudos paleomagnéticos e de reconstrução de paleocontinentes.

Através do estudos dos diversos enxames de cada fragmento de crosta antiga ou cráton, podemos construir um “código de barras” para este pedaço de crosta e comparar com os de outros pedaços ao redor do mundo. Se os código de barras são semelhantes, então é possível que estes fragmentos estiveram juntos no passado.

Os dados coletados sugerem uma ligação cada vez mais bem definida entre o cráton São Francisco de Minas Gerais e Bahia e o cráton do Norte da China entre 2.55 bilhões e 900 milhões de anos atrás, sugerindo que Minas andou juntinho com a China até se separarem nessa época. Esses dois “namorados” podem ter ainda feito parte de grandes configurações supercontinentais antigas como Columbia e Rodinia.

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0024493720303455

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